
Sei que as opiniões divergem entre os aficionados do futebol.
Mesmo dentro de núcleos restritos de sectores específicos como dirigentes e treinadores, a opinião não é consensual no que se refere às competências do treinador. Obvio que lhes compete planificar e ministrar as tarefas de preparação física, técnica e táctica do grupo; escolher a composição e dirigir a equipa nos jogos a disputar (embora se verifiquem, infelizmente, casos de interferência por parte de directores). Dúvidas subsistem quanto à responsabilidade da composição do plantel.
. Há quem opine que é uma competência do treinador porque a responsabilidade que lhe é atribuída só poderá ser cobrada se lhe forem proporcionadas as “ferramentas” que ele pretende para desenvolver o seu trabalho;
. Outros terão opinião diferente, considerando ilógico ser essa uma competência do treinador tendo em conta que, se assim for, um próximo treinador pode considerar que nenhuma dessas “ferramentas” lhe interessa e exigir a construção de um novo plantel. Portanto competirá à direcção formar o plantel e ao treinador trabalhar com “as ferramentas” que lhe são disponibilizadas e delas obter o rendimento pretendido.
. A tendência será, naturalmente, uma opção consensual subordinada a dois factores decisivos, a disponibilidade financeira do clube e a capacidade da gestão dos fundos disponíveis por parte do director desportivo a quem competem as decisões finais, tendo em conta a opinião do treinador tomado como assessor (dependendo da organização estrutural do clube, pode o director desportivo ser, conjuntamente com o treinador, assessor de outro director hierarquicamente superior com poder de decisão final). Complementarmente serão tidas em conta outras assessorias, designadamente as áreas de prospecção e de formação.
Assim será possível caminhar no sentido de acabar com situações de jogadores transferidos por valores elevados serem marginalizados ou cedidos precariamente na época seguinte por treinador diferente com graves prejuízos financeiros para o clube.
E isto implica a existência de uma condição indispensável: um forte e permanente espírito de equipa capaz de ultrapassar pontuais divergências.
Para que tal aconteça é imprescindível uma avaliação aprofundada das características dos treinadores em equação para contratação, nas vertentes consideradas importantes para a ocupação do cargo, o que deve ser definido previamente. Do rigor na definição desses parâmetros, na avaliação dos candidatos e consequente escolha, residirá grande parte do nível de sucesso a atingir.
Depois, e considerando que futebol é um jogo e, como tal susceptível de, principalmente no curto prazo alguns resultados não corresponderem à qualidade do trabalho desenvolvido, é necessária grande firmeza na manutenção da estrutura, independentemente da pressão externa, de modo a permitir a consolidação do trabalho desenvolvido. Este é um ponto onde os responsáveis, frequentemente, vacilam e acabam por ceder a pressões externas ditadas por reacções impulsivas muitas vezes alimentadas por profissionais da comunicação social que demonstram ser mais manipuladores do que analistas responsáveis. É nestas alturas que compete ao responsável máximo assumir que é a ele que compete decidir, independentemente das opiniões externas desconhecedoras da realidade interna do clube e de acordo com a sua análise cuidada, conhecedora e responsável do trabalho desenvolvido pela equipa técnica.
Analisando o que se passa no Benfica, de acordo com as ideias expressas anteriormente direi que me parece (pois não possuo elementos de análise que me permitam maior convicção) possuir Rui Costa características para ser um director desportivo de eleição ao nível do que foi como jogador que foram sublimadas por um ano de adaptação ao cargo e serão, decerto, aperfeiçoadas com o decorrer do tempo.
Importante, e no interesse do Benfica, é que os sócios e adeptos dediquem um apoio inquebrável à actual estrutura e sua estratégia.
Mesmo dentro de núcleos restritos de sectores específicos como dirigentes e treinadores, a opinião não é consensual no que se refere às competências do treinador. Obvio que lhes compete planificar e ministrar as tarefas de preparação física, técnica e táctica do grupo; escolher a composição e dirigir a equipa nos jogos a disputar (embora se verifiquem, infelizmente, casos de interferência por parte de directores). Dúvidas subsistem quanto à responsabilidade da composição do plantel.
. Há quem opine que é uma competência do treinador porque a responsabilidade que lhe é atribuída só poderá ser cobrada se lhe forem proporcionadas as “ferramentas” que ele pretende para desenvolver o seu trabalho;
. Outros terão opinião diferente, considerando ilógico ser essa uma competência do treinador tendo em conta que, se assim for, um próximo treinador pode considerar que nenhuma dessas “ferramentas” lhe interessa e exigir a construção de um novo plantel. Portanto competirá à direcção formar o plantel e ao treinador trabalhar com “as ferramentas” que lhe são disponibilizadas e delas obter o rendimento pretendido.
. A tendência será, naturalmente, uma opção consensual subordinada a dois factores decisivos, a disponibilidade financeira do clube e a capacidade da gestão dos fundos disponíveis por parte do director desportivo a quem competem as decisões finais, tendo em conta a opinião do treinador tomado como assessor (dependendo da organização estrutural do clube, pode o director desportivo ser, conjuntamente com o treinador, assessor de outro director hierarquicamente superior com poder de decisão final). Complementarmente serão tidas em conta outras assessorias, designadamente as áreas de prospecção e de formação.
Assim será possível caminhar no sentido de acabar com situações de jogadores transferidos por valores elevados serem marginalizados ou cedidos precariamente na época seguinte por treinador diferente com graves prejuízos financeiros para o clube.
E isto implica a existência de uma condição indispensável: um forte e permanente espírito de equipa capaz de ultrapassar pontuais divergências.
Para que tal aconteça é imprescindível uma avaliação aprofundada das características dos treinadores em equação para contratação, nas vertentes consideradas importantes para a ocupação do cargo, o que deve ser definido previamente. Do rigor na definição desses parâmetros, na avaliação dos candidatos e consequente escolha, residirá grande parte do nível de sucesso a atingir.
Depois, e considerando que futebol é um jogo e, como tal susceptível de, principalmente no curto prazo alguns resultados não corresponderem à qualidade do trabalho desenvolvido, é necessária grande firmeza na manutenção da estrutura, independentemente da pressão externa, de modo a permitir a consolidação do trabalho desenvolvido. Este é um ponto onde os responsáveis, frequentemente, vacilam e acabam por ceder a pressões externas ditadas por reacções impulsivas muitas vezes alimentadas por profissionais da comunicação social que demonstram ser mais manipuladores do que analistas responsáveis. É nestas alturas que compete ao responsável máximo assumir que é a ele que compete decidir, independentemente das opiniões externas desconhecedoras da realidade interna do clube e de acordo com a sua análise cuidada, conhecedora e responsável do trabalho desenvolvido pela equipa técnica.
Analisando o que se passa no Benfica, de acordo com as ideias expressas anteriormente direi que me parece (pois não possuo elementos de análise que me permitam maior convicção) possuir Rui Costa características para ser um director desportivo de eleição ao nível do que foi como jogador que foram sublimadas por um ano de adaptação ao cargo e serão, decerto, aperfeiçoadas com o decorrer do tempo.
Importante, e no interesse do Benfica, é que os sócios e adeptos dediquem um apoio inquebrável à actual estrutura e sua estratégia.

Caro Orlando, felicito-o pelo seu trabalho, sei da sua postura e da sua luta pela Verdade Desportiva, e nela a defesa do nosso Benfica. Seu espaço é bonito e está feito com amor ao Clube. Terá em mim um fiel seguidor e admirador. Quem dera que mais Benfiquistas seguissem o seu exemplo. Como sabemos a comunicação social desportiva, é quase toda azulada e esverdeada, chega a ser gritante tanta parcialidade na abordagem aos casos no futebol. Razão para este meu desejo. Um abraço, para si e Viva o Benfica
ResponderEliminar